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“A oportunidade dos alimentos à base de plantas na América Latina é real”, diz DuPont
14.01.2020

Colômbia, Brasil e Argentina estão liderando o caminho na América Latina para o interesse em proteínas vegetais, de acordo com uma nova pesquisa da DuPont Nutrition & Biosciences.

Os dados da pesquisa revelaram que o interesse pela proteína vegetal na Colômbia, no Brasil e na Argentina é de 78%, 67% e 65%, respectivamente. Para estes consumidores, a textura, a aparência e o sabor que imitam a carne são vitais.

“Alimentos à base de plantas estão ganhando força e a oportunidade é real”, disse Glauco Pinto, líder de marketing para a América do Sul da DuPont Nutrition & Biosciences.

À medida que as tendências alimentação se agarram ao aumento das demandas alimentares equilibradas e baseadas em plantas, pesquisadores e fabricantes procuram atrair esses hábitos alimentares mais saudáveis por meio de produtos igualmente saudáveis.

O apelo e o impulso para conceitos alimentares mais saudáveis não se aplicam apenas às dietas, mas à saúde global e o bem-estar do planeta também, DuPont N&B salientou.

 

As proteínas vegetais interessam muito nos mercados da América Latina

 

Comentando sobre a popularidade da tendência flexitariana e o que isso significa para os fabricantes e os comerciantes, Pinto disse: “Esta tendência é uma enorme oportunidade de mercado, já que os consumidores flexitarianos querem aumentar seu consumo de alimentos à base de plantas sem abrir mão do sabor, da textura, da suculência, da sensação de mordida e da aparência.”

Descobriu-se que os consumidores flexitarianos aceitam mais alimentos processados ​​do que os consumidores que fazem dieta vegetariana ou vegana. Demograficamente, a geração do milênio lidera na adoção de uma dieta flexitariana que favorece hambúrgueres e pratos prontos para o consumo não à base de carne.

Devido ao seu poder de compra e fatores de tomada de decisão que influenciam na escolha de estilos de vida e na compra de produtos, “a geração do milênio é o grande impulsionador dessas tendências”, observa Pinto, “liderando a busca por substitutos de carne à base de plantas”.

De acordo com a pesquisa da Mintel sobre o que os consumidores realmente pensam sobre proteínas alternativas em 2018, a geração do milênio está exigindo soluções alimentares saudáveis, sustentáveis e acessíveis.

Os consumidores flexitarianos também querem “comer alimentos à base de plantas que imitam perfeitamente os hambúrgueres tradicionais, os pratos como molho bolonhesa de massas ou as almôndegas”, acrescentou Pinto.

 

Mercado flexitariano toma conta

 

Na América Latina, há uma “enorme oportunidade de mercado” no segmento flexitariano. Como as pessoas estão optando por reduzir seu consumo de carne sem remover a proteína animal de suas dietas, o flexitarianismo incentiva as marcas a olhar para inovações de vegetais e grãos para fornecer suplementos para o uso em dietas diárias de consumo.

“Os consumidores estão reduzindo seu consumo de carne, mas sem desistir totalmente da proteína animal e adicionando mais vegetais e grãos à sua dieta”, continuou Pinto. Em uma pesquisa, Health Focus (2017) entrevistou mais de 9.000 consumidores no Brasil, no México, na Austrália, na China, na Índia, na Rússia, na Suécia, na Inglaterra e nos Estados Unidos. A pesquisa constatou que o aumento do consumo de produtos à base de plantas é global, com mais de 70% das pessoas nos países pesquisados elevando seus níveis de consumo desses produtos.

A saúde é o principal fator que influenciou o aumento da conscientização, do interesse e da adoção de dietas à base de plantas, seguido por preocupações de sustentabilidade, incluindo o bem-estar animal e a criação de um ambiente sustentável.

 

Manter alguns elementos semelhantes à carne

 

Concentrando-se no mercado à base de plantas na América Latina e dos EUA, a DuPont N&B revela que o sabor e a textura são elementos fundamentais que resultam em produtos alternativos da carne, após uma análise, feita em 2019, de 3 milhões de entrevistas pela Internet sobre o consumo de alimentos à base de plantas nos EUA.

No Brasil, um total de 82% dos entrevistados concordam com os consumidores dos EUA em que o sabor, a textura e a aparência que imitam a carne são importantes na seleção de produtos.

Comentando sobre suas ideias para expandir a esfera alternativa à base de plantas e carne nos últimos anos e seu investimento em pesquisas globais e regionais, Pinto explicou: “Identificamos as preferências dos consumidores e descobrimos suas escolhas de consumo favoritas e as razões por trás dessas compras.”

Para alternativas de carne à base de plantas, um “olhar dentro da mentalidade do consumidor mostra uma tendência crescente de ser ‘verde’ e o desejo de ter vidas mais saudáveis, o que impulsiona compras de alimentos e bebidas à base de plantas”, revelou Pinto.

 

Segmento alternativo à carne: O que mais precisa ser feito?

 

52% dos entrevistados na pesquisa em 2017 disse que incluir mais proteína vegetal os fez se sentir mais saudáveis, revelou a DuPont, enquanto 51% comentaram que uma das principais barreiras que os restringem de adicionar mais alternativas de carne à base de plantas na dieta foi a baixa disponibilidade de opções nos lugares que compram.

Compartilhar o feedback sobre a importância de realizar pesquisas em mercados individuais dentro da América Latina para entender melhor as tendências e as oportunidades de mercado, Pinto diz que “é essencial – faz toda a diferença”. E continuou: “Cada país tem a sua própria particularidade e é muito importante compreender a necessidade e a diferença locais.”

Olhando para os planos de coleta de dados que avançam para 2020 e adiante, Pinto confirmou: “Queremos continuar identificando as preferências dos consumidores, suas escolhas de consumo favoritas e as razões por trás dessas compras. Então poderemos resolver as lacunas do mercado”.

 

Fonte: https://www.nutraingredients-latam.com/Article/2019/12/06/The-opportunity-of-Plant-based-foods-in-LATAM-is-real-says-DuPont-N-B-revealsutm_source=copyright&utm_medium=OnSite&utm_campaign=copyright

Imagem de Shutterbug75 por Pixabay

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