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No fundo do poço especuladores desaparecem 
10.10.2018

Empacotadores de menor porte reclamam que estão praticamente parados. O preço de compra é o preço de venda para as marcas que não são tradicionais. “Chegou a um ponto que não posso perder para me manter no mercado”, comentou ontem em empacotador do Paraná. Estamos a tanto tempo no fundo do poço que já não há mais apostadores especulando. Em anos passados, isso sempre significava que alguma reação acontecia. Desacreditando, e nem poderia ser diferente, o produtor vai vendendo, sempre aparece algum comprador. Se de uma lado o comércio de Feijão-carioca está muito calmo, de outro lado o mercado de Feijão-preto tem estado mais agitado. Devido ao aumento do dólar, dias atrás, as importações da Argentina foram freadas. Agora com o dólar mais baixo, a procura começa a aumentar novamente. Aqui no mercado interno, os preços chegaram até R$ 170 por saca, em lote de mercadoria em cerealistas da região próxima de Curitiba.

 

Fonte: IBRAFE

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