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Se não plantar mais feijão, perderá o produtor e o consumidor
19.08.2020

Marcelo Eduardo Lüders, presidente do Instituto Brasileiro do Feijão (Ibrafe), nos explicou que o preço do feijão já está apontado na bolsa de mercadorias e o método dos contratos já estão sendo utilizados entre os produtores, a agroindústria e exportadores

Devido à quebra de safras, no Brasil e no mundo, o preço do feijão subiu. No campo uma saca de 60 kg ano passado estava na média a RS$ 140,00 e hoje está na faixa acima de RS$ 200,00. No consumidor o quilo vinha em torno de RS$ 3,50, RS$ 4,00, subiu para RS 6,00. E se não plantar mais feijão poderá dobrar de preço no consumidor.

No campo vale aqui o bom senso. Plantar mais feijão na 1ª safra, num equilíbrio melhor com outras opções como a soja. O feijão está mudando e tendo revoluções, tanto tecnológicas quanto no comércio.

Marcelo Eduardo Lüders, presidente do Instituto Brasileiro do Feijão (Ibrafe), nos explicou que o preço do feijão já está apontado na bolsa de mercadorias e o método dos contratos já estão sendo utilizados entre os produtores, a agroindústria e exportadores. Modernidade nas relações está chegando.

Dessa forma poderíamos dizer que o feijão ainda não está com seu preço futuro certo, mas neste momento sem dúvida é um produto certo no próximo futuro que temos pela frente nesta safra 2020/2021.

O feijão carioca, graças a pesquisa da Embrapa e de pesquisadores notáveis como o Dr. José Roberto Menezes, já deixa de ser como uma hortaliça de curta vida pós colheita pelo escurecimento e permanece com a mesma aparência permitindo a estocagem.

Dessa forma, o feijão também passou a ter uma tendência de crescimento de consumo, junto à crescente preferência do consumidor com produtos naturais, é uma proteína vegetal, também com agroindustrialização na forma de farinhas.

A ministra Tereza Cristina deve estar preocupada com o nosso feijão. Temos um momento importante do agronegócio na economia do país, e no abastecimento interno brasileiro. Feijão é fundamental. Fora isso, temos oportunidades de exportação nos mercados mundiais.

Nem só de soja vivem as leguminosas, hora do feijão maravilha obter mais espaço na produção.

José Luiz Tejon para o Canal Rural.

Fonte: https://blogs.canalrural.com.br/agrosuperacao/2020/08/18/se-nao-plantar-mais-feijao-perdera-o-produtor-e-o-consumidor/

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