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As mudanças do feijão pré e pós Covid-19
31.03.2020

O que comprar? Entre as dicas de especialistas invariavelmente estavam os feijões ou os pulses em geral; entenda o motivo.

Diante do novo desafio para humanidade, as pessoas redescobrem o feijão, que surge como alimento que auxilia o organismo a resistir ao Covid-19.

Quando as pessoas sentiram a necessidade de ir ao supermercado em tempos de epidemia para comprar alimentos para o período de quarentena a tarefa que parecia tão fácil foi se tornando um desafio. O que comprar? Entre as dicas de especialistas invariavelmente estavam os feijões ou os pulses em geral. A razão é simples, segundo alguns artigos, ele é quase indestrutível.

Foram encontrados feijões em pirâmides no Egito que ainda mantinham capacidade de germinação.

Realmente, hoje em dia não é improvável que você possa, em garrafa pet ou em potes de vidro com tampa, manter Feijões com boa capacidade nutricional por mais de dois anos. Mas os Feijões ganharão um novo status pós-pandemia do Covid-19.

A vida, segundo diversos pesquisadores, nunca mais será a mesma. Das relações no trabalho até o happy hour, muita coisa mudará. Entre elas o alimento será objeto de ainda maior cuidado. As pessoas vão querer saber de onde veio seu alimento, que tipo de produção teve e quanto menos processado for, melhor.

Preparar uma refeição em casa, que já ganhou status nos últimos anos, terá ainda mais importância para todos os envolvidos. Mesmo a comida do delivery, que vinha ganhando mercado rapidamente como uma comodidade importante, deverá privilegiar redes conhecidas.

A comida preparada sabe-se lá onde terá crescentes dificuldades. Segundo um artigo publicado recentemente no New York Times, nem em época de grandes furacões o americano estocou tanto feijão.

Segundo o artigo, coincidiu que os americanos estão redescobrindo o feijão como alimento saudável, barato e acessível para todos, aliado também à nova tendência de buscar alimentos sustentáveis dentro do conceito de aumentar o consumo de proteínas vegetais. Para se ter ideia, o consumo aumentou nos Estados Unidos em 33% de 2017 para cá. E agora, nos dias pré-pandemia, a venda aumentou 400%.

Na segunda semana da quarentena, somente uma das empresas de enlatamento de feijões entregou 24 milhões de latas para varejistas. No Brasil não foi diferente: as pessoas procuraram por produtos básicos e versáteis como o feijão.

“Eu pensei em como alimentar bem meus três filhos e a primeira coisa que veio à cabeça foi: vou fazer feijão”, comentava uma amiga, segura de que a partir dele poderia variar acompanhamentos mantendo esta base.

Portanto estamos no caminho certo, diversificando as variedades de feijão e buscando atuar não somente no Brasil, mas no mercado mundial.

Fonte: https://blogs.canalrural.com.br/blogdofeijao/2020/03/28/as-mudancas-do-feijao-pre-e-pos-covid-19/

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