Hoje falo no CONAFE sobre um tema que precisa sair do discurso bonito e entrar na prática: como recuperar o consumo de Feijão no Brasil. E, nessa conversa, o Viva Feijão entra como peça central.
O Viva Feijão não é apenas uma campanha. É um movimento para reconectar o brasileiro com um alimento que sempre esteve no centro do nosso prato, mas que vem perdendo espaço para a pressa, para os ultraprocessados, para o fast food e para a falsa ideia de que comer bem é complicado.
A proposta é simples e poderosa: devolver ao Feijão o lugar que ele merece na conversa sobre saúde, conveniência, escola, varejo, gastronomia e cultura alimentar.
O Feijão precisa voltar a ser desejado, não apenas lembrado. Precisa aparecer nas redes sociais, nas escolas, nas gôndolas, nos restaurantes, nas cozinhas das famílias e nas falas de médicos, nutricionistas, chefs, produtores e comunicadores.
O Movimento Pró-Feijão já colocou uma meta clara: aumentar o consumo per capita de Feijão no Brasil em 20% em cinco anos. O Viva Feijão é o braço de mobilização dessa causa. É a forma de transformar dado técnico em conversa pública, mercado em movimento e alimento em orgulho nacional.
Minha fala hoje será nessa direção: não podemos esperar que uma grande campanha nacional resolva tudo sozinha. Cada elo da cadeia pode fazer sua parte agora. O produtor contando melhor sua história.
O empacotador valorizando mais o produto. O varejo criando ações inteligentes. As escolas ensinando as crianças a comer comida de verdade. E todos nós repetindo, com convicção, que Feijão não é passado.
Feijão é futuro no prato.
E quem entender isso antes estará melhor posicionado na produção, no mercado e na comunicação com o consumidor.
