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Capricho de roça trouxe, em 70 dias, Feijão nota 10
03.07.2020

Está difícil para o empacotador encontrar Feijão-preto de qualidade. Após alguns lotes terem sido vendidos por até R$ 180 no Paraná, a falta de produto com bom padrão leva novamente os empacotadores a se voltarem para o Feijão argentino. Por outro lado, o Feijão-carioca, em uma análise mais fria, durante esta semana teve, na entrada dos Feijões do Vale do Araguaia, mais predicados além da cor e o fato de ser novo. Há algo chamado de capricho para produzir o Feijão naquela região. A cada dia, mais produtores em todos os polos de produção se conscientizam da importância de bem conduzir uma lavoura, com o máximo de tecnologia. E lá é onde, este ano, ficou clara a diferença. De um momento para o outro, deixamos de ter apenas os Feijões atingidos por estiagem e depois chuva e frio do Paraná ou os Feijões um tanto quanto despadronizados de Minas Gerais e temos lotes grandes à venda com qualidade. São Feijões com 96 de peneira 12 e 99,5 de 10. Ou seja, que quebra há para empacotar? É claro que não tem mágica, ontem os preços recuaram um pouco lá para R$ 230, mas o empacotador tem um custo menor para empacotar Feijão com esta qualidade. A princípio, isso se chama capricho, capricho de roça. A produtividade média tem sido…          CONFIRA NA ÍNTEGRA AQUI.

Fonte: IBRAFE

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