O mercado de Feijão operou com volume reduzido de negócios ontem. Esse cenário de calmaria já era esperado, uma vez que os empacotadores estão "carregados", processando o grande volume de Feijão comprado entre o final da semana passada e o início desta.
1. Feijão-Carioca: Resistência e Fim de Safra
Mesmo com a retração compradora momentânea, as cotações do Feijão-carioca não cederam. O suporte dos preços atuais baseia-se em fatores produtivos claros:
Fim do Pico no Paraná: A pressão de oferta da safra paranaense encerrou.
Escassez de Oferta Nova: Em poucos dias, o único Feijão disponível será o pouco volume guardado por produtores que aguardam uma reação mais forte nos preços para vender.
2. Feijão-Preto: A Reação Confirmada
Como vínhamos prevendo, o Feijão-preto iniciou seu movimento de alta.
Novos Patamares: Já há produtores pedindo R$ 180,00 pela saca.
Liquidez: Embora os negócios sejam pontuais, já ocorrem confirmações de Feijão-preto Tipo 1 na casa dos R$ 170,00.
Projeção Estratégica: O que esperar para as próximas semanas
A calmaria atual não deve ser confundida com fraqueza. Nossa projeção indica um estreitamento de oferta que ditará o ritmo de fevereiro.
Curto Prazo (Próximos 10 dias)
Estabilidade Lateral: O Feijão-carioca deve manter os preços atuais enquanto a indústria consome seus estoques internos. Não vemos espaço para baixas, dado que a entrada de Feijão novo nas praças será mínima.
Continuidade no Preto: O Feijão-preto deve consolidar o patamar de R$ 170,00 como piso, galgando a cada novo negócio valores acima deste.
Médio Prazo (15 a 45 dias)
Vazio de Oferta: Com o esgotamento dos estoques adquiridos recentemente pelos empacotadores, a volta ao mercado coincidirá com um período de baixíssima disponibilidade de Feijão no campo e com a virada do mês.
Pressão de Alta: A tendência é que o Feijão-carioca busque novos tetos, especialmente para grãos de qualidade extra (nota 9 para cima), devido à ausência de colheitas volumosas neste intervalo.
Dica especial: O produtor que possui Feijão guardado detém o controle do ritmo de mercado agora. Para o empacotador, o momento exige cautela na logística para não ser pego desabastecido no "vazio" de fevereiro.
Calmaria Estratégica mas Firmeza de Preços
O mercado de Feijão operou com volume reduzido de negócios ontem. Esse cenário de calmaria já era esperado, uma vez que os empacotadores estão "carregados", processando o grande volume de Feijão comprado entre o final da semana passada e o início desta.
1. Feijão-Carioca: Resistência e Fim de Safra
Mesmo com a retração compradora momentânea, as cotações do Feijão-carioca não cederam. O suporte dos preços atuais baseia-se em fatores produtivos claros:
Fim do Pico no Paraná: A pressão de oferta da safra paranaense encerrou.
Escassez de Oferta Nova: Em poucos dias, o único Feijão disponível será o pouco volume guardado por produtores que aguardam uma reação mais forte nos preços para vender.
2. Feijão-Preto: A Reação Confirmada
Como vínhamos prevendo, o Feijão-preto iniciou seu movimento de alta.
Novos Patamares: Já há produtores pedindo R$ 180,00 pela saca.
Liquidez: Embora os negócios sejam pontuais, já ocorrem confirmações de Feijão-preto Tipo 1 na casa dos R$ 170,00.
Projeção Estratégica: O que esperar para as próximas semanas
A calmaria atual não deve ser confundida com fraqueza. Nossa projeção indica um estreitamento de oferta que ditará o ritmo de fevereiro.
Curto Prazo (Próximos 10 dias)
Estabilidade Lateral: O Feijão-carioca deve manter os preços atuais enquanto a indústria consome seus estoques internos. Não vemos espaço para baixas, dado que a entrada de Feijão novo nas praças será mínima.
Continuidade no Preto: O Feijão-preto deve consolidar o patamar de R$ 170,00 como piso, galgando a cada novo negócio valores acima deste.
Médio Prazo (15 a 45 dias)
Vazio de Oferta: Com o esgotamento dos estoques adquiridos recentemente pelos empacotadores, a volta ao mercado coincidirá com um período de baixíssima disponibilidade de Feijão no campo e com a virada do mês.
Pressão de Alta: A tendência é que o Feijão-carioca busque novos tetos, especialmente para grãos de qualidade extra (nota 9 para cima), devido à ausência de colheitas volumosas neste intervalo.
Dica especial: O produtor que possui Feijão guardado detém o controle do ritmo de mercado agora. Para o empacotador, o momento exige cautela na logística para não ser pego desabastecido no "vazio" de fevereiro.
