Calmaria Estratégica mas Firmeza de Preços  

Por: IBRAFE,

15 de janeiro de 2026

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O mercado de Feijão operou com volume reduzido de negócios ontem. Esse cenário de calmaria já era esperado, uma vez que os empacotadores estão "carregados", processando o grande volume de Feijão comprado entre o final da semana passada e o início desta.

1.    Feijão-Carioca: Resistência e Fim de Safra

Mesmo com a retração compradora momentânea, as cotações do Feijão-carioca não cederam. O suporte dos preços atuais baseia-se em fatores produtivos claros:

Fim do Pico no Paraná: A pressão de oferta da safra paranaense encerrou.

Escassez de Oferta Nova: Em poucos dias, o único Feijão disponível será o pouco volume guardado por produtores que aguardam uma reação mais forte nos preços para vender.

2.    Feijão-Preto: A Reação Confirmada

Como vínhamos prevendo, o Feijão-preto iniciou seu movimento de alta.

Novos Patamares: Já há produtores pedindo R$ 180,00 pela saca.

Liquidez: Embora os negócios sejam pontuais, já ocorrem confirmações de Feijão-preto Tipo 1 na casa dos R$ 170,00.

Projeção Estratégica: O que esperar para as próximas semanas

A calmaria atual não deve ser confundida com fraqueza. Nossa projeção indica um estreitamento de oferta que ditará o ritmo de fevereiro.

Curto Prazo (Próximos 10 dias)

Estabilidade Lateral: O Feijão-carioca deve manter os preços atuais enquanto a indústria consome seus estoques internos. Não vemos espaço para baixas, dado que a entrada de Feijão novo nas praças será mínima.

Continuidade no Preto: O Feijão-preto deve consolidar o patamar de R$ 170,00 como piso, galgando a cada novo negócio valores acima deste. 

Médio Prazo (15 a 45 dias)

Vazio de Oferta: Com o esgotamento dos estoques adquiridos recentemente pelos empacotadores, a volta ao mercado coincidirá com um período de baixíssima disponibilidade de Feijão no campo e com a virada do mês.

Pressão de Alta: A tendência é que o Feijão-carioca busque novos tetos, especialmente para grãos de qualidade extra (nota 9 para cima), devido à ausência de colheitas volumosas neste intervalo.

Dica especial: O produtor que possui Feijão guardado detém o controle do ritmo de mercado agora. Para o empacotador, o momento exige cautela na logística para não ser pego desabastecido no "vazio" de fevereiro.

 Calmaria Estratégica mas Firmeza de Preços

O mercado de Feijão operou com volume reduzido de negócios ontem. Esse cenário de calmaria já era esperado, uma vez que os empacotadores estão "carregados", processando o grande volume de Feijão comprado entre o final da semana passada e o início desta.

1.    Feijão-Carioca: Resistência e Fim de Safra

Mesmo com a retração compradora momentânea, as cotações do Feijão-carioca não cederam. O suporte dos preços atuais baseia-se em fatores produtivos claros:

Fim do Pico no Paraná: A pressão de oferta da safra paranaense encerrou.

Escassez de Oferta Nova: Em poucos dias, o único Feijão disponível será o pouco volume guardado por produtores que aguardam uma reação mais forte nos preços para vender.

2. Feijão-Preto: A Reação Confirmada

Como vínhamos prevendo, o Feijão-preto iniciou seu movimento de alta.

Novos Patamares: Já há produtores pedindo R$ 180,00 pela saca.

Liquidez: Embora os negócios sejam pontuais, já ocorrem confirmações de Feijão-preto Tipo 1 na casa dos R$ 170,00.

Projeção Estratégica: O que esperar para as próximas semanas

A calmaria atual não deve ser confundida com fraqueza. Nossa projeção indica um estreitamento de oferta que ditará o ritmo de fevereiro.

Curto Prazo (Próximos 10 dias)

Estabilidade Lateral: O Feijão-carioca deve manter os preços atuais enquanto a indústria consome seus estoques internos. Não vemos espaço para baixas, dado que a entrada de Feijão novo nas praças será mínima.

Continuidade no Preto: O Feijão-preto deve consolidar o patamar de R$ 170,00 como piso, galgando a cada novo negócio valores acima deste.

Médio Prazo (15 a 45 dias)

Vazio de Oferta: Com o esgotamento dos estoques adquiridos recentemente pelos empacotadores, a volta ao mercado coincidirá com um período de baixíssima disponibilidade de Feijão no campo e com a virada do mês.

Pressão de Alta: A tendência é que o Feijão-carioca busque novos tetos, especialmente para grãos de qualidade extra (nota 9 para cima), devido à ausência de colheitas volumosas neste intervalo.

Dica especial: O produtor que possui Feijão guardado detém o controle do ritmo de mercado agora. Para o empacotador, o momento exige cautela na logística para não ser pego desabastecido no "vazio" de fevereiro.

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