Enquanto o mercado segue seu curso pré-carnaval, com menor volume de negócios no campo e preços estáveis — em torno de R$ 200 ao produtor no Feijão-preto e R$ 300/320 no Feijão-carioca —, nós estamos no coração financeiro do Brasil.
Hoje, 10 de fevereiro, no Dia Mundial do Feijão, estamos em São Paulo, na Faria Lima, para ecoar, em nome de todo o setor, um recado simples e direto ao mercado:
Feijão não é “apenas um alimento”.
Feijão é uma agenda de país.
Não se trata de uma agenda de governo, mas de agenda de Estado.
E por que isso importa para você, na prática?
1) Porque consumo deveria ser prioridade de governo — mas não é
Se, um dia, o Brasil reduzisse drasticamente o consumo de Feijão, o produtor poderia direcionar sua produção à exportação ou até trocar de cultura quando o cenário apertar.
Mas quem paga a conta quando o Prato Feito desaparece do dia a dia é a saúde da população.
Garantir saúde passa, necessariamente, por ter Feijão no prato.
E, para manter esse superalimento no longo prazo, precisamos de previsibilidade e demanda consistente.
Demanda não nasce sozinha: ela se constrói com narrativa, presença e ação coordenada.
2) Porque a Faria Lima é onde o dinheiro decide o que vira prioridade
Se queremos uma campanha séria para aumentar o consumo, precisamos colocar o Viva Feijão no radar de quem financia cadeias produtivas, estrutura crédito, apoia projetos e influencia o varejo.
Não é glamour. É estratégia.
Por isso, o centro financeiro do Brasil. Por isso, a Faria Lima.
3) Porque não é um encontro “do IBRAFE”, é uma mesa ampla do setor
Foram convidadas instituições que representam todo o ecossistema do Feijão:
academia e pesquisa, produtores e suas entidades, indústria de insumos, empacotadores, indústria de alimentos, supermercados e varejo, além de governo e órgãos ligados à política pública.
Isso importa porque, quando todo mundo senta à mesa, a chance de sair algo que se sustente no mundo real aumenta — e muito.
4) Porque Viva Feijão é defesa de comida de verdade — e isso abre portas
Defender Arroz e Feijão no Prato Feito não é fazer uma campanha “bonitinha”.
É defender saúde pública, acessibilidade e identidade alimentar.
Isso conecta com imprensa, médicos, nutricionistas, escolas e, sim, com quem investe.
O SUS gasta mais de US$ 40 bilhões apenas com diabetes.
A economia começa quando se investe na divulgação da solução: Feijão, Arroz e o restante do Prato Feito.
O que eu quero de você, do Clube Premier
???? Baixe o adesivo no site www.vivafeijao.com.br e cole onde for possível.
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Você, ao fazer parte deste grupo, já contribui para que o IBRAFE consiga executar tudo isso.
E não esqueça de trazer para o grupo a sua leitura de campo:
o que está mudando em área, sementes, oferta, qualidade, consumo e negociação.
Uma frase objetiva já ajuda.
É assim que transformamos percepção em inteligência — e inteligência em decisão.
Se você é empacotador, traga seus insights. Cada um de nós pode ajudar a sustentar toda a cadeia.
A reunião é em São Paulo, mas o recado é para o Brasil inteiro:
sem Feijão no centro do prato, o país adoece.
E, sem consumo forte, o produtor desanima, a pesquisa anda mais devagar e, com o tempo, nos tornamos reféns dos alimentos ultraprocessados.
