Até 30 de abril de 2026, o Brasil exportou US$ 77.778.460, com um total de 103.881 toneladas de Feijões embarcadas. No mesmo período de 2025, o volume estava próximo de 95 mil toneladas. Portanto, o país exportou cerca de 8.881 toneladas a mais, uma alta aproximada de 9,3% no acumulado do ano.
Durante abril de 2026, foram exportadas 15.994 toneladas, gerando US$ 12.721.321. Os principais destinos informados foram Paquistão, Índia, Vietnã, Filipinas e Estados Unidos.
A leitura estratégica é direta: a Ásia continua sendo o eixo mais importante da demanda externa, mas a presença dos Estados Unidos entre os destinos mostra que o Brasil também avança em mercados de oportunidade, qualidade e nicho. Exportação de Feijão deixou de ser assunto paralelo. Já interfere na lógica de plantio, beneficiamento, formação de padrão e decisão comercial.
O preço médio implícito do acumulado até abril ficou próximo de *US$ 749 por tonelada. Em abril, a média ficou em torno de US$ 795 por tonelada, sinalizando uma composição melhor de vendas no mês, seja por tipo de Feijão, destino, qualidade ou momento de contratação.
No mercado interno, o que foi reportado ao PNF, Preço Nacional do Feijão IBRAFE, reforça o tamanho da firmeza no Paraná. Nos Campos Gerais, foram informados negócios pontuais de Feijão-carioca em patamares elevados: Sabiá nota 8 a R$ 350, Nelore nota 8,5 a R$ 380, Nelore nota 9 a R$ 370 e *Carioca nota 9 a R$ 360. Também houve reportes de Feijão-preto tipo 1 entre R$ 200 e R$ 210.
É importante separar as coisas. O PNF não é média estatística como o CEPEA. Ele mostra negócios pontuais reportados por produtores, compradores, corretores e empacotadores. Justamente por isso, serve como radar de mercado. Quando aparecem lotes de Campos Gerais com Feijão-carioca entre R$ 350 e R$ 380, o dado não pode ser tratado como ruído. Ele mostra onde o comprador aceitou pagar para garantir mercadoria.
No Feijão-preto, os negócios entre R$ 200 e R$ 210 também merecem atenção. Em um cenário de Feijão-carioca firme, caro e com oferta ajustada, o Feijão-preto ganha espaço natural como alternativa comercial e de consumo. Valores abaixo disso, para mercadoria boa, ficam cada vez mais difíceis de justificar.
A combinação dos dois movimentos é o ponto central do dia: o Brasil exporta mais Feijões, mantém presença em mercados estratégicos e, ao mesmo tempo, o mercado interno mostra força nas regiões produtoras. Para o produtor, isso reforça a importância de vender com informação, não no susto. Para o comprador, reforça que ficar descoberto em mercado curto custa caro.
O Feijão brasileiro está mais global, mais disputado e mais sensível à informação de qualidade. Quem acompanha só preço perde metade da história. Quem acompanha fluxo, destino, padrão, qualidade e negócios reportados decide antes.Até 30 de abril de 2026, o Brasil exportou US$ 77.778.460, com um total de 103.881 toneladas de Feijões embarcadas. No mesmo período de 2025, o volume estava próximo de 95 mil toneladas. Portanto, o país exportou cerca de 8.881 toneladas a mais, uma alta aproximada de 9,3% no acumulado do ano.
Durante abril de 2026, foram exportadas 15.994 toneladas, gerando US$ 12.721.321. Os principais destinos informados foram Paquistão, Índia, Vietnã, Filipinas e Estados Unidos.
A leitura estratégica é direta: a Ásia continua sendo o eixo mais importante da demanda externa, mas a presença dos Estados Unidos entre os destinos mostra que o Brasil também avança em mercados de oportunidade, qualidade e nicho. Exportação de Feijão deixou de ser assunto paralelo. Já interfere na lógica de plantio, beneficiamento, formação de padrão e decisão comercial.
O preço médio implícito do acumulado até abril ficou próximo de US$ 749 por tonelada. Em abril, a média ficou em torno de US$ 795 por tonelada, sinalizando uma composição melhor de vendas no mês, seja por tipo de Feijão, destino, qualidade ou momento de contratação.
No mercado interno, o que foi reportado ao *PNF, Preço Nacional do Feijão IBRAFE, reforça o tamanho da firmeza no Paraná. Nos Campos Gerais, foram informados negócios pontuais de Feijão-carioca em patamares elevados: Sabiá nota 8 a R$ 350, Nelore nota 8,5 a R$ 380, Nelore nota 9 a R$ 370 e Carioca nota 9 a R$ 360. Também houve reportes de Feijão-preto tipo 1 entre R$ 200 e R$ 210.
É importante separar as coisas. O PNF não é média estatística como o CEPEA. Ele mostra negócios pontuais reportados por produtores, compradores, corretores e empacotadores. Justamente por isso, serve como radar de mercado. Quando aparecem lotes de Campos Gerais com Feijão-carioca entre R$ 350 e R$ 380, o dado não pode ser tratado como ruído. Ele mostra onde o comprador aceitou pagar para garantir mercadoria.
No Feijão-preto, os negócios entre R$ 200 e R$ 210 também merecem atenção. Em um cenário de Feijão-carioca firme, caro e com oferta ajustada, o Feijão-preto ganha espaço natural como alternativa comercial e de consumo. Valores abaixo disso, para mercadoria boa, ficam cada vez mais difíceis de justificar.
A combinação dos dois movimentos é o ponto central do dia: o Brasil exporta mais Feijões, mantém presença em mercados estratégicos e, ao mesmo tempo, o mercado interno mostra força nas regiões produtoras. Para o produtor, isso reforça a importância de vender com informação, não no susto. Para o comprador, reforça que ficar descoberto em mercado curto custa caro.
O Feijão brasileiro está mais global, mais disputado e mais sensível à informação de qualidade. Quem acompanha só preço perde metade da história. Quem acompanha fluxo, destino, padrão, qualidade e negócios reportados decide antes.
