Muita demanda, pouco Feijão

Por: IBRAFE,

24 de junho de 2026

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Mais um dia de intensa movimentação nas regiões onde há colheita de Feijão. No Paraná, foram registrados negócios envolvendo desde Feijões-carioca nota 7, classificados como tipo 3, até negociações antecipadas em Goiás para produto ainda em rama, com colheita prevista para a próxima semana, entre R$ 380 e R$ 390 por saca.

O aspecto que mais chama atenção continua sendo a relação entre compradores e vendedores. Há mais compradores procurando Feijão do que vendedores dispostos a negociar. O maior valor relatado ontem foi de R$ 400 por saca, em Minas Gerais.

Até o momento, não há perspectiva imediata de uma oferta capaz de abastecer confortavelmente o mercado. A produção disponível segue limitada, especialmente nos padrões de qualidade mais desejados, e isso ajuda a sustentar os atuais níveis de preços.

No Feijão-preto, poucas novidades. O mercado mantém sua trajetória de recuperação lenta, avançando em ritmo de tartaruga, mas sem retrocessos. Para quem esperava uma reação explosiva, será preciso continuar exercitando a paciência.

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